Sete dias inesquecíveis em Paris

Rue Mouffetard - Paris

Rue Mouffetard à noite.

Minha viagem a Paris em janeiro de 2010 foi sensacional. Fui com meu amigo Élcio e ambos decidimos que voltaremos lá mais vezes, se possível para ficar mais dias, pois, além das infinitas atrações, Paris é um lugar para se assentar em uma praça, museu, bar ou mesmo uma ponte e ficar olhando o movimento. Isso nunca cansa. Ô lugar bonito! E, ao contrário do que quase todo mundo diz, o francês é muito educado e fala inglês. Apenas duas pessoas não falaram inglês conosco. Ótimo, não é? E lá não vimos ninguém carregando baguete debaixo das “axilas” :-). Embora isso tenha sido um hábito francês – e ainda deve ser –, as baguetes são carregadas em pacotes como nosso velho e bom pão francês, que de francês não tem nada.

Neste post contarei nossa viagem de sete dias pela Cidade Luz e também farei minhas sugestões de roteiro. Como é muuuta coisa para ser citada, sugiro que você clique nos links ao longo do post, assim conhecerá os locais de maneira mais detalhada.

Como somos pobres turistas brasileiros (pobres) procuramos frequentar os restaurantes mais baratos, mas isso não foi um problema, pois qualquer restaurante francês é ótimo! Decidimos reservar 100 euros para gastar por dia com alimentação, atrações (museus, monumentos etc.) e transporte. Mas não gastamos isso tudo. Nossa média era de 60-70 euros. O bom de Paris é que tudo é muito perto e o metrô é excelente (EXCELENTE!), portanto não é necessário andar de táxi. Fora que dá vontade de andar a pé o tempo todo. A cada esquina aparece uma coisa diferente e andar vai virando um vício. É lógico que, além desses 60-70-100 euros, você terá que reservar um din-dim para ir a passeios mais caros como o de barco pelo Sena ou aqueles fora da cidade, como Versailles, Vale do Loire, e tantos outros. Eles custam entre 70 e 200 euros. E não se esqueça dos souvenirs!

Dica - ParisAssim que chegar no aeroporto, pegue uns três mapas diferentes que são distribuídos ali mesmo. Sempre tem coisa diferente em cada um. O mais importante é ter também o mapa do metrô. Com o metrô você vai a qualquer lugar.

PRIMEIRO DIA

A chegada

Ficamos no Comfort Inn Mouffetard, um hotel bem simples, mas bem aconchegante e charmoso, situado no badalado Quartier Latin. A foto acima é da Rue Mouffetard, de frente ao hotel. Ela foi tirada no mesmo dia em que chegamos, antes de dar uma voltinha para escolher entre uma infinidade de restaurantes para jantar.

SEGUNDO DIA

Começando pela Torre Eiffel

No primeiro dia acordamos cedo e iniciamos nosso passeio pela Torre Eiffel, é claro :-) . Não via a hora de chegar lá. A emoção começou já no metrô, quando, de um certo ponto, vi rapidamente um pedaço do topo da torre. Procure chegar bem cedo para não pegar fila muito grande. A torre abre às 9h30. Vá de dia para poder ver a cidade toda lá de cima e também à noite, quando está tudo iluminado, tanto a torre quanto a cidade. Pena que à noite, para subir, a fila é muito maior. Ah, lembrando que fomos em janeiro e nessa época a temporada é baixa, portanto enfrentamos filas bem menores para as atrações.

Torre Eiffel pela manhã - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Torre Eiffel pela manhã.

Torre Eiffel - Paris

Torre Eiffel.

A desvantagem de ir a Paris em baixa temporada é que parte das atrações costumam entrar em reforma. Na Torre Eiffel, por exemplo, o terceiro andar (topo) estava fechado. Pudemos subir de elevador apenas até o segundo. Você também pode subir de escada (verdade!), mas como a Torre é apenas uma das primeiras atrações do dia, você irá precisar de seus pés e joelhos em boas condições ao longo da jornada, que certamente será bem empolgada. Nunca andei tanto!

Vista do segundo andar da Torre Eiffel - Arco do Triunfo bem ao fundo - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Vista do segundo andar da Torre Eiffel – Arco do Triunfo bem ao fundo.

Fazia muito frio e a vista era bastante nublada em algumas partes. Na foto abaixo pode-se ver o Hôtel National des Invalides e na seguinte o Arco do Triunfo. Veremos ambas as atrações mais adiante, neste mesmo dia. Acho que já dá para você imaginar o quanto andamos a pé.

Hôtel National des Invalides visto da Torre Eiffel - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Hôtel National des Invalides visto da Torre Eiffel.

Arco do Triunfo visto da Torre Eiffel - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Arco do Triunfo visto da Torre Eiffel.

Trocadéro

O Trocadéro fica de frente para a Torre Eiffel. É só atravessar o Sena. Neste local existiu o Ancien Palais du Trocadéro, que deu lugar ao atual Palácio de Chaillot. Não fui, dá para acreditar? Que vacilo! Só vi de longe, como você pode ver na foto abaixo. É um prédio muito bonito e a vista da Torre Eiffel de lá é a melhor. Sua fonte também é muito bonita. Aconselho de ir lá antes de subir na torre, pois assim você poderá seguir um trajeto mais linear, conforme dicas que darei a seguir. E lembre-se de chegar bem cedo!

Pont d'Iéna - Trocadéro ao fundo - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Pont d’Iéna – Trocadéro ao fundo.

Trocadéro visto do segundo andar da Torre Eiffel - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Trocadéro visto do segundo andar da Torre Eiffel.

Rio Sena, da Pont d'léna - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Rio Sena, da Pont d’léna.

Champ de Mars e Escola Militar

Da Torre Eiffel seguimos caminhando pelo parque Champ de Mars até chegarmos na Escola Militar. Não entramos na escola, mas atração é atração. Vale uma foto do lado de fora.

Champ de Mars e Escola Militar - Torre Eiffel - Paris

Élcio ao fim do parque Champ de Mars (Torre Eiffel ao fundo) e do outro lado da rua, na Escola Militar.

Hôtel National des Invalides

Da Escola Militar seguimos para o Hôtel National des Invalides (Musée de L’Armée) ou Palácio dos Inválidos. Ali está a tumba de Napoleão Bonaparte, gigantesca. Invalides também é um asilo para ex-soldados de guerra. Tem soldado aposentado morando ali até hoje. É também uma necrópole militar e sede de vários museus.

Les Invalides e a tumba de Napoleão Bonaparte - Paris

Les Invalides e a imensa tumba de Napoleão Bonaparte.

Torre Eiffel vista de Invalides, na Rue de Grenelle - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Torre Eiffel vista de Invalides, na Rue de Grenelle.

Ponte Alexandre III, Grand Palais e Champs-Élysées

Animado? Nós estávamos. Mesmo com os joelhos e dedos dos pés doendo, saimos de Invalides, atravessamos a ponte Alexandre III, passamos diante do Grand Palais e chegamos na Champs-Élysées. Para isso tudo é só seguir o mapa. Facinho demais.

Ponte Alexandre III - Paris

Ponte Alexandre III.

Grand Palais ao fundo, visto da Ponte Alexandre III - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Grand Palais ao fundo, visto da Ponte Alexandre III.

Neste momento preciso dar uma dica importantíssima!

Dica - ParisBeba muita água! E a dica mais importante: procure ir ao banheiro sempre que possível. Nossa, como sofri! O que mais temia me aconteceu. Quando estávamos nos dirigindo à Champs-Élysées, me deu uma vontade muito grande de fazer número 1 (xixi mesmo). Rodamos por uma hora à procura de um mic! E ali por perto eram só monumentos e avenidas largas. Até que nos adentramos em umas ruazinhas nas adjacências da Champs-Élysées e aprendemos uma estratégia muito boa: entrar em um café, tomar um espresso e usar o banheiro, eheheh! Foi muito café.

Arco do Triunfo

Siga pela a Champs-Élysées por um lado (fomos pelo direito) até o Arco do Triunfo. É claaaaro que você vai subir no topo do Arco. É uma escadaria de duzentos e todos os degraus (284), mas você consegue. Não esqueça de observar as esculturas do lado de fora do arco. A Marselhesa é uma delas. No centro do arco tem uma chama que está sempre acesa. Ali está enterrado um soldado desconhecido. Apreciou bem o arco, desça a Champs-Élysées pelo outro lado.

Marselhesa e Arco do Triunfo - Paris

Arco do Triunfo e a estátua Marselhesa.

Escadaria para subir ao topo do Arco do Triunfo: 284 degraus - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Escadaria para subir ao topo do Arco do Triunfo: 284 degraus.

Champs Élysées vista do topo do Arco do Triunfo - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Champs Élysées vista do topo do Arco do Triunfo.

Praça da Concórdia

Caso você ainda tenha pernas – a escadaria do Arco do Triunfo arrebentou meus pés e joelhos –, siga até a Praça da Concórdia, onde tem o Obelisco de Luxor, capturado do Egito. Foi nessa praça que Maria Antonieta foi decapitada. Ali mesmo, ao lado, tem o Museu L’Orangerie, que é simples, mas tem aqueles painéis imensos de Monet, já no fim da carreira, nos quais pintou seu jardim de Giverny. Não fui nesse museu porque não sabia. Fui saber da sua existência depois que cheguei em Belo Horizonte, pela internet. Ô raiva!

Praça da Concórdia - Obelisco de Luxor - Paris

Obelisco de Luxor, na Praça da Concórdia.

Jardin des Tuileries

Se estiver animado (com certeza vai estar), pode seguir dali fazendo uma caminhada pelo Jardin des Tuileries até o Louvre, que você só vai visitar por fora. Dentro precisa de muito mais tempo. Nesse caminho você passará pelo Carrossel do Louvre e chegará na famosa pirâmide de vidro que fica na entrada do museu. O Carrossel do Louvre é atualmente parte integrante do complexo do museu, sendo composto por jardins, um conjunto comercial subterrâneo e o Arco do Triunfo do Carrossel.

Fonte do Jardin des Tuileries e o Museu do Louvre ao fundo - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Fonte do Jardin des Tuileries e o Museu do Louvre ao fundo.

Gaivotas sobre uma fina camada de gelo na fonte do Jardin des Tuileries - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Gaivotas sobre uma fina camada de gelo na fonte do Jardin des Tuileries.

Arco do Triunfo do Carrossel, no Carrousel du Louvre - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Arco do Triunfo do Carrossel, no Carrousel du Louvre.

Louvre e sua pirâmide ao fundo - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Louvre e sua pirâmide ao fundo.

Fim do dia: jantar no Quartier Latin

No Quartier Latin, bairro onde ficamos, tem duas ruas que se cruzam que são muito legais, principalmente à noite. São a Rue Mouffetard e a Rue du Pot de Fer. Ali tem uns restaurantes muito simpáticos. São pequenos, mas você encontra comida francesa, turca, indiana, grega, italiana, iraniana e muuuito mais. Ah, na França eles servem a entrada, o prato principal e a sobremesa. A gente pagava em torno de 15, 18 euros por uma refeição dessas, mas era bastante COMIDA! Esse tipo de restaurante, com refeição a um custo razoável, eles chamam de brasserie. Pede vinho, viu! E não posso deixar de reclamar: ai meus joelhos e dedos do pé!

Mouffetard com Pot de Fer - Paris

Esquina da Mouffetard com Pot de Fer. Na foto da esquerda está o hotel em que ficamos.

TERCEIRO DIA

Londres

Compramos um pacote para passar um dia em Londres. Saímos pela manhã e retornamos no finalzinho da noite. Foi muito bom, mas um dia a menos em Paris fez com que deixássemos de visitar vários lugares bacanas, como as Catacumbas de Paris, o Cemitério de Pére-Lachaise (enterrados Jim Morrison, Edith Piaf etc etc etc), La Défense (parte moderna de Paris), Palais Royal, igreja de Saint-Sulpice e passeio de barco pelo rio Sena. Sem contar os vários vacilos que contarei ao longo do nosso roteiro.

QUARTO DIA

Versalhes

Portão do Palácio de Versalhes - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Portão do Palácio de Versalhes.

Compramos também um pacote para visitar o Palácio de Versalhes. A excursão saiu de manhã cedo e voltou lá pelas 12h. O passeio é maravilhoso. Não dá para explicar tudo o que tem em Versalhes, mas tenho que destacar o interior do palácio, seus jardins, as fontes, o Petit Trianon , o Grand Trianon e muuuuuito mais! É tudo calcado de muita história e política, do jeitinho que vimos nos livros e filmes. E dá-lhe ostentação!

Palácio de Versalhes e um de seus jardins laterais - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Palácio de Versalhes e um de seus jardins laterais.

Um dos Jardins do Palácio de Versalhes - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Um dos Jardins do Palácio de Versalhes.

Um dos Jardins do Palácio com a cidade de Versalhes ao fundo - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Um dos Jardins do Palácio com a cidade de Versalhes ao fundo.

Cama de Luiz XV e Salão dos Espelhos, no Palácio de Versalhes.

Destaco também duas coisas que me encantaram muito: a cama de Luiz XV e o Salão dos Espelhos.

Fundos do Palácio de Versalhes - Paris - Fui e Voiu Voltar - Alessandro Paiva

Fundos do Palácio de Versalhes.

Jardins do Palácio de Versalhes - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Jardins do Palácio de Versalhes.

Choveu bastante, nos molhamos bastante, mas foi ótimo mesmo assim.

Fonte de Apolo, no Palácio de Versalhes - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Fonte de Apolo, no Palácio de Versalhes.

Dica - ParisAntes de ir ao Palácio de Versalhes, dê uma “passadinha” no Google Art Project. Nesse site você poderá fazer um passeio virtual pelo interior do palácio e conhecer todas as obras de arte, com fotos em altíssima resolução.

Opéra e Galerias Lafayette

Assim que retornamos de Versalhes, fomos ao Opéra. Não visitamos o interior do teatro, mas é bunidimais (somos mineiros)! Um pouco de futilidade: é no Opéra que acontece a história do Fantasma da Ópera.

Opéra - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Opéra.

Opéra - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Opéra.

Ah, para fazer uma foto bacana da frente do Opéra, fique bem à distância, assim você consegue enquadrar a cúpula do teatro. Na minha foto isso não aparece.

Ali pertinho ficam as Galerias Lafayette, onde as coisas são caras, mas vale a pena conhecer. Por ali tem um monte de lojas, inclusive a da Regina, uma brasileira que vende perfumes, ehehe! Chama-se Le Parfum de l’Opera, que fica na 3 rue Helder 75009 – metro Opéra. Confira no mapa. Não fui pago para fazer propaganda, mas a loja da Regina, além da grande variedade de perfumes, orienta muito bem os brasileiros sobre as marcas e sobre o mais importante: o retorno do imposto. Como não somos cidadãos europeus, ficamos livre do imposto sobre o produto. Vai lá que a Regina te explica melhor 🙂 Ou você vai deixar de comprar perfume?!

QUINTO DIA

Louvre

Começou um dos dias mais esperados: aquele em que eu veria a Monalisa 🙂 Fomos direto ao Louvre. O museu é gigantesco e você precisa decidir o que quer ver, caso tenha reservado somente um dia para isso. Escolhemos obras que compreendem o período de 1400 a 1800 (acho que isso mesmo) e arte egípcia. Assim como na Torre Eiffel, é bom chegar bem cedo, por causa das filas. Se não, na hora em que você chegar na Monalisa, terá que vê-la de longe. Aí não dá! E não deixe de observar cada obra e o nome de seus criadores. Na Grande Galeria e nos Salões Vermelhos, ambos situados na asa Denon, você encontrará obras de artistas como Leonardo da Vinci, Caravaggio, Fra Angelico, Giotto, Rafael, Veronese, Tintoretto, Arcimboldo, David, Ingres, Géricault, Delacroix, Goya, El Greco, Velásquez, UAU! E para aqueles que leram o Código da Vinci, esse passeio pelo museu é um prato cheio (NÃO se esqueça de tirar uma foto na pirâmide invertida!).

Uma coisa interessante: se você reparar na foto do Salão Vermelho abaixo, verá, ao fundo, algumas crianças sentadas no chão tendo aulas de história da arte. Essa cena se repete por todo o museu. Tem partes em que as crianças estão desenhando as obras. E não só as crianças. Adolescentes e universitários também são contemplados com esse tipo de atividade.

O museu abre às 9h. Saímos de lá pelas 13, 14h.

Denon: Grande Galeria e Salões Vermelhos

Denon: Grande Galeria e Salões Vermelhos.

Fiquei encantado com a entrada da estação de metrô Louvre-Rivoli, na Rue de Rivoli. Fica de frente ao Palais Royal, atração que também não fomos e que está no Código da Vinci :-). Outras estacões também possuem suas entradas com essa decoração no estilo Art nouveau. E complementando o que eu disse anteriormente, o metrô de Paris é muitíssimo bom. Por meio dele você consegue conhecer toda a cidade, que parece caber na palma das mãos. Igualzinho à minha cidade, Belo Horizonte (note meu sarcasmo). Aliás, em Paris consegui andar sem pedir informação, praticamente. Em Belo Horizonte, provavelmente me perderia. Imagina um turista andando por aqui (BH) nos dias de jogo da Copa do Mundo de 2014. Deixa pra lá… ou pra cá. Sei que é deselegante falar mal da própria cidade, mas BH precisa melhorar.

Estação Louvre-Rivoli - Entrada no estilo Art nouveau - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Estação Louvre-Rivoli – Entrada no estilo Art nouveau.

Sacré-Cœur e Montmartre

Do Louvre seguimos para Sacré-Cœur, que fica em um lugar um pouco mais afastado, mas de metrô é tuuudo perto. O bairro se chama Montmartre e é o de que eu mais gosto em Paris. Para ir lá, desça na estação Anvers (linha 2, de cor azul-marinho). Da estação é só subir o morro até a basílica. Para isso, você pode ir pela escadaria ou pegar um bondinho. A escadaria cansa um pouquinho, mas é bem mais bacana. Ao chegar na Sacré-Cœur, visite a basílica e tudo mais. A vista do bairro lá de cima é fantástica, cenário de muito filme e comercial de perfume, ehehehe! Tudo é muito inspirador. Antes de descer a escadaria de volta, dê uma rodada ali em cima pelo bairro. Tem a Place du Tertre, uma praça onde ficam alguns artistas pintando e vendendo suas obras. A praça é uma lembrança da época em que Montmartre era a meca da arte moderna. Ali nas redondezas os Impressionistas (Monet, Manet, Renoir, Sisley, Bazille etc.) se reuniam para discutir arte. O bar onde eles se encontravam não existe mais, mas a história desses pintores inspira um monte de artista, os quais se posicionam por aquelas ruas com seus cavaletes e pintam seus quadros.

Prometi a mim mesmo que quando eu voltar a Paris vou tirar uma tarde só para ficar à toa em Montmartre, sentado em um bar ou café tomando uns drinks e vendo as pessoas passarem.

Sacre-Coeur - Paris

Sacré-Cœur.

Vista de Montmartre, da Sacré-Cœur - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Vista de Montmartre, da Sacré-Cœur.

Montmartre é um bairro boêmio e é nele que fica o Moulin Rouge. Para assistir aos shows, tem que ser à noite. O espetáculo não nos interessou, mas se você quiser ver o cabaré do lado de fora, ele fica na Clichy, avenida próxima à estação Anvers. Naquele dia não chegamos a visitar o cabaré, passeio que deixamos para o último dia.

Praça da Bastilha

De Montmartre seguimos para a Praça da Bastilha. Repare na foto abaixo (da direita) que no chão da rotatória que circula a Colonne de Juillet (obelisco) tem um dos círculos que são a base das torres da prisão demolida. Aproveite e tome um café por ali. Fizemos isso (= ir ao banheiro).

Praca da Bastilha - Paris

Praça da Bastilha: Colonne de Juillet e marca circular na rotátória, onde se situava uma das torres do presídio.

Torre Eiffel e Arco do Triunfo à noite

Retornamos ao o hotel e descansamos. Os joelhos e dedos dos pés só pioravam, mas valia a pena demais 🙂 Tiramos aquela noite para voltar à Torre Eiffel e ao Arco do Triunfo, tudo à pé. É imprescindível que esses monumentos sejam vistos iluminados. Até tínhamos a intenção de subir novamente na torre e ver Paris toda iluminada, mas a fila era gigantesca. Não rolou.

Torre Eiffel iluminada - Paris

Torre Eiffel.

Foto tirada por baixo da Torre Eiffel - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Foto tirada por baixo da Torre Eiffel.

Champs-Élysées e Arco do triunfo - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Champs-Élysées e Arco do triunfo.

SEXTO DIA

Museu d’Orsay

Começamos o dia pelo Museu d’Orsay. É o de que mais gostei. Nele tem obras de Van Gogh, Renoir, Manet, Sisley, Monet, Matisse, Toulouse-Lautrec, Rodin etc. O museu não é grande como o Louvre, mas as obras, em destaque pinturas e esculturas, são bastante conhecidas e é tudo muito fascinante. NÃO DEIXE DE IR!

Museu d'Orsay - Paris

Museu d’Orsay: fachada e um dos autorretratos de Van Gogh.

Assinatura de Monet no quadro Chasse-marée à l'ancre, no Museu d'Orsay - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Assinatura de Monet no quadro Chasse-marée à l’ancre, no Museu d’Orsay.

E por falar em museu, um de nossos maiores vacilos foi não ir ao Centre Pompidou. Que ódio! Não sabia da existência desse lugar! Só fiquei sabendo quando cheguei ao Brasil. Enfim, é um museu bem moderno, da década de 70, com obras do século XX, se não me engano. Arte moderna. Fica próximo à Île de la Cité. Dê seu jeito e passe lá por mim. Tendo dito isso, fica a dica:

Dica - ParisPesquise bastante sobre o local antes de viajar, aprendendo sua história, conhecendo seus pontos turísticos, museus, cultura, bares, restaurantes etc. Junte tudo, aproxime os locais (use o Google Maps) e construa seu roteiro. Caso contrário, você poderá deixar de visitar atrações memoráveis, como aconteceu conosco ao longo desta viagem. NO MORE VACILOS 🙂

Quai des Tuileries até Île de la Cité

Da saída do Orsay atravessamos o rio Sena e seguimos bem às margens dele, numa caminhada até a Île de la Cité. Puts, que caminhada bacana! Mas é pelas margens do Sena, na calçada que beira o rio, não pela rua. Perto do Orsay, essa calçada se chama Quai des Tuileries. Se eu não me engano, ela vira Quai du Louvre mais adiante, pois também beira o Louvre.

Élcio caminha pela Quai des Tuileries - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Élcio caminha pela Quai des Tuileries.

Como em todos os outros dias, fazia muito frio e o céu estava quase sempre coberto, mas durante essa caminhada o tempo se abriu e fomos contemplados com um pouco de sol. Essa minha descrição pode parecer baranga, mas o solzinho foi providencial. Aproveitei, sentei-me e fiz um pouco de fotossíntese.

Quai des Tuileries com Île de la Cité ao fundo - paramos para um pouco de sol - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Quai des Tuileries com Île de la Cité ao fundo – paramos para um pouco de sol.

Pont des Arts com Île de la Cité ao fundo - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Pont des Arts com Île de la Cité ao fundo.

Quase chegando na Île de la Cite, passamos pela ponte Neuf, a mais antiga das pontes que cruzam o rio Sena. Vá até ela, pois a vista é linda.

Pont Neuf - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Pont Neuf.

É na Île de La Citê que fica o Conciergerie e a Catedral de Notre Dame. Vacilamos mais uma vez e não fomos ao Conciergerie. O Palácio é bonito demais!

Conciergerie ao fundo (três torres ponteagudas) - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Conciergerie ao fundo (três torres ponteagudas).

Na Notre Dame você pode subir até o topo e ver os gárgulas de perto (estátuas, não se assuste!). É uma escadaria de mais de 400 degraus. Como eu não tinha mais joelhos, não animei, mas me arrependo. Se não subir, pelo menos visite o interior da igreja e acenda uma vela pedindo para que um dia eu volte a Paris (ou você volte) e fique muuuitos dias por lá!

Notre Dame: frente e fundos - Paris

Catedral de Notre Dame: frente e fundos

Esqueci de ir a uma livraria famosa (outro vacilo), que aparece em muitos programas de TV sobre Paris. Ela se chama Shakespeare and Company. Para os amantes da literatura, especialmente a inglesa, é uma espécie de antiquário de livros e vende só literatura inglesa. Bastante tradicional e conhecida na cidade, a Shakespeare and Company é uma loja pequena e aconchegante, com decoração bem antiga. O mais bacana é que a dona convida alguns escritores para se hospedarem ali enquanto escrevem um livro. O quarto de hóspede, se não me engano, é no andar de cima. Fica pertinho da Notre Dame, o endereço é 37 Rue de la Bûcherie. Olhando no mapa, ela fica do outro lado do Sena, fora da Île de la Cité, entre as pontes Petit e Au Double, que é a que dá na entrada de Notre Dame.

Île Saint-Louis, Hôtel de Ville e Pantheon

O sorvete mais gostoso da França (dizem) fica na Île Saint-Louis, que é a ilha logo ao lado da Île de la Cité. A sorveteria se chama Berthillon e ouvi dizer que os sorvetes de chocolate negro e manga são muuuuito bons! Como você deve ter percebido, não fomos a essa sorveteria e fui saber dela somente depois que voltei ao Brasil. O endereço é 29-31 rue Saint Louis en l’ile. No mapa, essa rua fica bem no meio da ilha. Vale à pena dar uma esticada por ali e passar em frente ao prédio da Prefeitura, que se chama Hôtel de Ville. Muito bonito. Fica do outro lado do Sena, é só olhar no mapa.

Hôtel de Ville, visto da Île Saint-Louis - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Hôtel de Ville, visto da Île Saint-Louis.

Ponta da Île Saint-Louis. Pessoas descansam ao sol às margens do Sena - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Ponta da Île Saint-Louis. Pessoas descansam ao sol às margens do Sena.

Se der tempo, neste mesmo dia você pode ir (a pé, inclusive) ao Panthéon, que também fica no Quartier Latin. Não visitamos por dentro, mas vale a vista por fora.

Pantheon - Paris

Panthéon

Saldo do dia: o único tranposrte público que pegamos naquele dia foi o metrô até o Museu d’Orsay. O resto foi só nas canelinhas 🙂 Acho que só não andamos mais do que no 1₀ dia. Os dedos dos pés e os joelhos? Ainda arrebentados, mas continuava a valer a pena.

SÉTIMO E ÚLTIMO DIA

Torre Montparnasse

A Torre Montparnasse, com seus 210 metros de altura, é o prédio mais alto de Paris. Antes de subirmos ao topo, parecia um passeio sem graça, afinal a arquitetura parisiense é bem clássica e o prédio, construído em 1972, contrasta com a paisagem. Porém a vista é espetacular. Assim que chegamos de frente ao prédio, o céu estava até claro, como você pode conferir na foto da esquerda, abaixo. Quando chegamos ao topo – e não demorou nada – o céu estava completamente encoberto e começou a nevar.

Tour Montparnasse - Paris

Torre Montparnasse, de fora e no topo.

Repare nas fotos da Torre Eiffel feitas lá de cima, em que em uma delas o céu estava bastante nublado e na outra, tirada instantes depois, aparecia o sol.

Torre Eiffel vista da Torre Montparnasse - Paris

Torre Eiffel vista da Montparnasse

Se você reparar bem, verá que ao fundo da foto da Torre Eiffel ensolarada existem vários prédios modernos. É o La Défense, o maior centro financeiro de Paris. O bairro situa-se no final do Eixo Histórico (Axe historique), que começa no Louvre, continua ao longo da Champs-Élysées, atravessa o Arco do triunfo e culmina em La Défense. Ali tem o Grande Arco, com cerca de 110 metros de altura, também alinhado no Eixo Histórico. Se tiver tempo sobrando, vale uma visita. Optamos por não ir. Não considero isso um vacilo, uma vez que o que nos interessava era a Paris clássica, embora Montparnasse tenha nos provado o contrário.

Vista do topo da Torre Montparnasse - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro paiva

Vista do topo da Torre Montparnasse.

Louvre visto da Torre Montparnasse - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Louvre visto da Torre Montparnasse.

Moulin Rouge

De Montparnasse decidimos voltar a Montmartre para ver o Moliun Rouge. A única coisa original do cabaré são as paletas do moinho, o resto foi todo substituído nas reformas. Não sei por qual razão não visitamos o Moulin Rouge no dia em que fomos à Sacré-Cœur. Talvez porque tínhamos achado um pouco longe no mapa e que tomaria um certo tempo. Mas era bem perto. Enfim, valeu o retorno a Montmartre.

Moulin Rouge - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Moulin Rouge.

E você vai ver muito a imagem de um gato preto, não só em Montmartre, mas em toda Paris, seja em pôsteres, souvenirs, decorações etc. É referente a um cabaré que se chamava Le Chat Noir, que existiu no século XIX. Localizava-se na Boulevard Rochechouart, número 84, próximo à estação de metrô Anvers. Do Moulin Rouge seguimos pela Boulevard de Clichy até a estação Anvers. Se você é “recatado ou moralista” (risos), aviso que essa boulevard é cheia de lojas de sex shop. Faz parte da fama do bairro :-).

Torre Saint-Jacques - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Torre Saint-Jacques.

De Montmartre seguimos para o Parc de la Tour Saint-Jacques. Não achei lá grandes coisas, considerando que aquele era o último dia e que havíamos visitado lugares sensacionais. Naquele parque está situada a torre Saint-Jacques, que é parte remanescente da Saint-Jacques-de-la-Boucherie, igreja em estilo gótico do século XVI. Demos de comer aos pombos (quanta caridade!) e em seguida partimos para uma caminhada nas redondezas, bem próximo à Île de la Cité. Fizemos umas comprinhas, curtimos a ilha mais uma vez e pegamos o metrô na estação Cité, muito bonita, por sinal.

Chegamos ao Quartier Latin e rodamos pelo bairro. Aproveitando, cito o nosso maior vacilo: não visitamos o Jardim Luxemburgo, que fica no Quartier Latin e é o maior parque público de Paris. Como era inverno, pensamos que o jardim estaria seco e não seria interessante. PÉÉNNN!!! ERRADOS! O jardim é maravilhoso! Fica para a próxima, com certeza.

Ao andar pelo Quartier Latin, nos deparamos com a entrada de um local que parecia interessante, embora escondido timidamente entre os prédios residenciais daquela região. Era uma arena e alguns senhores jogavam uma espécie de bocha. Tiramos uma foto (abaixo) e fomos embora sem saber exatamente o que era. E assim ficou, até que pesquisei sobre o lugar para postar este comentário. Descobri que se trata das Arenas de Lutécia (Arènes de Lutèce), umas das poucas ruínas da época galo-romana ainda existente na cidade. Era um anfiteatro com capacidade para 15.000 pessoas, que assistiam a espetáculos teatrais ou combates. Construídas no final do século I DC, as Arenas de Lutécia foram quase completamente destruídas durante as invasões bárbaras de 280. Naquela época, as pedras maiores foram usadas pela população para a construção de refúgios.

Estação de metrô Cité - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Estação de metrô Cité.

Arènes de Lutèce - Paris - Fui e Vou Voltar - Alessandro Paiva

Arènes de Lutèce.

E essa foi nossa visita a Paris, breve mas intensa. Juro que voltarei! E espero que este post tenha contribuído para sua ida a essa cidade tão fascinante.

Se quiser entrar em contato, mande um e-mail para contato@fuievouvoltar.com. Terei o imenso prazer em ajudá-lo!

Bon voyage, mon ami!

Fui e vou voltar - Alessandro Paiva

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O tão esperado retorno a Paris

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Para ajudá-lo no planejamento do seu roteiro, marquei no mapa abaixo as atrações discorridas neste post e algumas não visitadas. Acesse o mapa e escolha os pontos turísticos desejados. Não se esqueça de calcular o tempo de permanência em cada local, levando em consideração se a visita é interna ou somente externa.

 

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Sobre Alessandro Paiva

A graphic designer who loves cocktail and travelling. Check my cocktail blog at pourmesamis.com, my travelling blog at fuievouvoltar.com and my graphic design portfolio at www.alessandropaiva.com.

  1. Tadini

    Mto massa!! Parabéns!!

  2. Flávia

    EXCELENTE relato!

  3. geane

    Adorei suas dicas. Parabéns pelo blog. De muito bom gosto e com uma escrita impecável.
    Vou indicar para alguns amigos. Fiquei com uma curiosidade: quais lugares vcs deixaram de conhecer por descuido??? Passa mais dicas de restaurantes e bares p/ freguentar a noite. Vc ficaria em outro hotel? qual vc indicaria? Fico no aguardo…obrigada!

    Meu email: geanymedeiros@gmail.com

  4. Alessandro Paiva

    Oi, Geane!

    Obrigado pelo comentário.

    É, foi realmente um descuido 🙂 Na verdade, hoje não me arrependo de não ter ido a esses locais, porque isso só me motiva a querer voltar a Paris para conferir tudo o que “perdi”. Listando, vacilei de não ter ido a:

    • Jardins Luxemburgo
    • Trocadéro (Palácio de Chaillot)
    • Cemitério Pére-Lachaise
    • La Défense e o grande arco
    • Passeio de barco pelo Sena
    • Catacumbas de Paris (fantástico)
    • Palais Royal
    • Igreja de Saint-Sulpice
    • Museu L’Orangerie
    • Centre George Pompidou

    Quanto aos restaurantes, conheci bastante os das Ruas Pot de Fer e Mouffetard. São pequenos, tipo cantinas, mas de todo tipo. Comi comida francesa, iraniana, indiana, italiana, turca, etc. E tem restaurante grego, alemão, pubs e por aí vai. Ficam no Qurtier Latin, próximo à estação Place Monge. Fora isso, não sei te indicar com precisão, porque por onde passei, comi bem, seja perto dos museus, na Île de la Cité, etc. Como fiquei no Qurtier Latin e aqueles restaurantes eram um do lado do outro, foi muito fácil escolher e sair satisfeito. Você vai ver, não vai ser difícil de encontrar lugares bons para comer. No mais, faça uma coisa que sempre faço: pesquisar no Google 🙂 Sempre tem gente pra passar uma experiência diferente, seja de bares ou restaurantes.

    Quanto aos hotéis, escolha um que tenha estacão de metrô próximo, assim você vai a QUALQUER lugar em Paris. Mas é claro que ficar mais próximo ao centro é melhor, assim você terá mais opções de restaurantes e entretenimento. Montmartre, por exemplo, não é tão próximo das muitas atrações de Paris, mas o bairro é superbacana e boêmio. Conheço gente que ficou próximo ao Ópera e adorou o local e os preços. Outros elogiaram o Trocadéro. Eu prefiro o Quartier Latin.

    No mais, é isso.

    Abraço e ótima viagem!

  5. Jakeline

    Adorei as dicas pretendo ir em novembro ou dezembro.

    • Alessandro Paiva

      Oi, Jakeline! Que bom que você gostou. Boa viagem e não se esqueça de muito agasalho, porque em novembro e dezembro já vai estar bem frio por lá.

  6. Debora

    Vi sua msg no orkut sobre a pergunta do Hotel bw le Saint Maurice e estou aqui lendo suas aventuras por Paris… Depois vou com tempo ler novamente e anotar tudo… Terei apenas 3 dias…e tomara que consiga fazer bastante coisa.

  7. Alessandro Paiva

    Oi, Débora!

    É, três dias é bem corrido. Concentre-se, então, nas grandes atrações. Por favor, suba na Torre Eiffel 🙂 Porque tem gente que passa correndo por Paris e não faz isso. Sugestão de roteiro enxuto: Trocadero, Torre Eiffel, Notre Dame, Sacré-Cœur, Champs Elysees, Arco do Triunfo, Louvre, Opera, Invalides, Bastilha, Jardins Luxemburgo e Montparnasse. Perto dessas atrações você verá outras, então dá pra ir a muito lugar.

    Ótima viagem!

  8. Pingback: Londres 2010 – roteiro surpresa e corrido « Fui e vou voltar

  9. Oi alexandre, muito bom seu relato.
    Eu estou indo proximo mês, e estou pensando em contratar um guia.. Só que esses guias cobram pequenas fortunas. o mais barato me cobrou 160 euros pelo dia nos guiando nos principais pontos.. vc acha q é necessario?
    Eu não falo inglês muito menos francês..
    No desembarque do aeroporto é necessario um transfer ou metro mesmo?
    Dá pra desenrolar a locomoção por lá apenas com mapa? sem perguntar nada as pessoas.. pois não falo a nenhuma ligua a não ser o portugues..heheh

    grato.

  10. Alessandro Paiva

    Oi, Francisco

    Achei muito fácil andar por Paris. A única dificuldade que tive de comunicação/informação foi na hora de comprar os bilhetes do metrô no primeiro dia, mas rapidinho chegou uma senhora e me ajudou. Depois foi tranquilo fazer por mim mesmo.

    Eu acho guias desnecessários. Além de serem caros, seu passeio fica limitado ao ritmo deles. Na minha opinião, para conhecer Paris basta só um mapa, que você pode pegar no aeroporto, e bilhetes de metrô. Achei muito prático. Faz o seguinte, pesquise na internet sobre pontos turísticos importantes (meu blog, por exemplo, rsrs!). Leia sobre esses lugares, faça uma lista e monte seu roteiro. Montei o meu assim. Fui no Google Maps, peguei os locais que eram próximos uns dos outros e montei o roteiro de cada dia. A ordem que fiz os passeios você pode conferir no meu blog.

    Uma coisa ótima de Paris é que o metrô facilita nossos passeios demais, e como a cidade é pequena, dá para andar a pé o tempo todo. Tem sempre atração muito próxima uma da outra.

    Quando fui lá, meu traslado aeroporto/hotel foi pela CVC. Mas vc pode pegar o metrô, se quiser. Se você não tiver muita bagagem, acho que é tranquilo, não posso te afirmar isso. Olha o que fala o Wikipedia:

    —-
    Aeroporto Charles de Gaulle

    A principal porta de entrada internacional para Paris e a França é o Aeroporto Charles de Gaulle [1] (CDG), também conhecido como Roissy, que é o segundo mais movimentado da Europa. Situado a 23 quilômetros do centro de Paris, o aeroporto tem diversas conexões com a cidade e até mesmo com outras partes do país e da Europa, contando inclusive com uma estação do trem de alta velocidade (TGV).

    Do terminal 2 (onde pousam a Air France e a TAM – a TAP usa o terminal 1) parte a linha B do RER. Usando apenas um bilhete simples (€ 8,10) ou cartões como o Paris Visite e o Mobilis, vai-se até Châtelet, de onde é possível comutar para toda a rede de metrô de Paris. Os trens partem a cada 10 ou 20 minutos. Dê preferência àqueles marcados como Paris direct, que fazem menos paragens e chegam ao destino em 30 minutos. Se você estiver carregando uma ou mais malas, prefira o fundo dos vagões, que têm espaço para volumes maiores e portas acessíveis.

    Há também o ônibus executivo (Roissybus), que custa € 8,50 e em 1h chega até a estação Opéra do metrô e linhas de ônibus comum que vão para a Gare de l’Est (linha 350) ou La Nation (linha 351) por € 4,20 (compre 3 bilhetes para todo o trajeto)

    De táxi, custa 50-60 € + 1 euro por peça de bagagem acima de 5kg. As viagens ao centro em geral duram entre 45 minutos e 1 hora.
    —-

    Confira também o blog Turista Profissional. Nele tem umas informações sobre esse traslado: http://blogjunto.com/turistaprofissional/2009/03/06/transfer-em-paris-como-sair-do-aeroporto/

    Abraço e boa viagem,

    Alessandro

  11. Leticia Regina Betiol dos Santos de Freitas

    OLá, acabei de retornar de Paris e fiquei no mesmo hotel(amei), a localização, o serviço foi tudo perfeito!!!Fiquei o dias , porém 1 dia eu fiz um bate e volta até londres. O que achei muito bacana em Paris foram os ônibus Le cars rouge ( acho que é assim que se escreve), além de ter a opção português do Brasil, ele facilita e muito o deslocamento entro os pontos turísticos da cidade ( vc sobe e desce quantas vezes quiser a mesma coisa no barco). Eu fui ate as catacumbas ( bem interessante). O metro em Paris e super fácil e prático, da pra ir a praticamente a todos os lugares).

    • Alessandro Paiva

      Nossa, Letícia! Paris é bom demais, né?! Na próxima vez experimento o Le Cars Rouge. E não deixarei as catacumbas de fora do meu roteiro. Na verdade, será a primeira atração. Obrigado pela dica 🙂

  12. debora

    OI,
    Voce deixo um comentario no orkut, sobre minha pergunta do hotel que eu ficarei com meu noivo em Paris agora em março…
    Estou lendo aqui seu roteiro…e tenho alguma duvidas…
    Qd vc foi no Palacio de Versailles, que horas foi? Pq dizem que se vai la e perde o dia todo e pelo que vi voce ainda conseguiu aproveitar o dia voltando….
    Depois lerei o resto com mais tempo e te faço outra perguntas…
    Estou adorando!
    Débora

    • Alessandro Paiva

      Oi, Débora! O passeio a Versailles dura apenas uma manhã, e isso é tempo suficiente. A excursão saiu por volta das 8h e no máximo às 13h já estávamos em Paris. Isso foi um pacote comprado, ou seja, não escolhemos assim. Foi vendido pelo pessoal da CVC, durante o traslado. Nos hotéis você também consegue comprar. Caso você queira ir por conta própria, alugando um carro ou de outra maneira, aí já é outra história, mas o passeio comprado dura apenas uma manhã. Em janeiro de 2010 custou 75 Euros.

      Abraço e ótima viagem!

  13. Enzo Buonfiglio

    Olá,muito bom seu blog,parabéns…
    Amo Paris,e gostaria de saber qual máquina fotográfica vc usou para as fotos,obrigado e abraços!!!

    • Alessandro Paiva

      Olá, Enzo! Muito obrigado! Também sou alucinado com Paris. Quanto à máquina fotográfica, para a viagem de Paris utilizei uma comum, se não me engano o nome dela era Sony Cyber Shot, de 6MP. Já para as viagnes mais recentes, utilizei a Canon EOS Rebel T2i, de 18 MP, com uma lente de 18-200 mm. É semiprofessional, mas dá para fazer umas fotos bem bacanas. Também procuro dar uma melhorada nas cores no Photoshop, tentando não deixar a foto irreal. Às vezes a exposição não é boa, aí tem que dar uma corrigida no computador. Abraço!

  14. Zuzeh

    Oba!… Comecei a ler e não parei até o fim. Paris é isso, vamos uma vez e descobrimos que já deveríamos ter ido e que desejamos mais e mais.
    Uma dica para os joelhos e pés detonados é usar como transporte os ônibus abertos que fazem o city-tour parisiense. Neles poupamos um pouco os pés e conhecemos, além dos pontos turísticos (onde descemos, visitamos e depois pegarmos o próximo ônibus, com a mesma passagem) vamos apreciando as ruas e movimento da cidade (o metrô, por ser subterrâneo, por óbvio não permite isso). Além disso, o nível mais alto do ônibus permite fotos incríveis. Mas, caminhar por Paris (sem dor) e tudo de bom, pois a cada esquina descobrimos elementos importantes.

    • Alessandro Paiva

      Perfeito, Zuzeh! Ótima dica. Na próxima ida a Paris pego esse ônibus, pois já andei bastante a pé, eheheh! Grande abraço e muito obrigado.

  15. Marilda Costa

    Alessandro

    Vc sabia que existe uma discoteca embaixo da Ponte Alexandre III ? (Não! eu não participei de nenhuma festa por lá. rsrsrsrsrssrs). Descobri por acaso que se podia passear embaixo dessa ponte e acabei descobrindo tb esse “mistério”. Achei a localização incrível!

    • Alessandro Paiva

      Pois é, Marilda. Vi seu comentário no Orkut sobre a ponte e fiquei chocado por ter perdido essa discoteca. DICA DADA!!! Na próxima, acho que vou garrar debaixo da ponte 🙂

      Abraço e obrigado pela dica.

  16. Indira

    Achei seu blog fantastico! Li tudinho e copiei o roteiro…kkkk…Vou visitar todos os pontos que você esqueceu! Irei no fim de maio, sera que vai ter ul sol mega lindo?:D…
    Eu queria dicas sobre o bilhete do metro, qual foi o tipo que voce comprou e por quantos dias? Você chegou a pegar algum onibus lá?
    Parabéns pelo blog! Vou indicar a todos!
    Beijão

    • Alessandro Paiva

      Oi, Indira! Que bom que vc gostou. Com certeza em maio é maravilhoso e não é tão quente como em julho e agosto.

      Quanto ao bilhete de metrô, lembro que sempre comprava um pacote de 10 bilhetes. Saía um pouco mais barato. Mas a gente andava muito, portanto pegava o metrô poucas vezes. Agora, se vc quiser um bilhete ilimitado, vc pode comprar o Paris Pass. Dê uma olhadinha nos valores em http://www.parispass.com/paris-pass-prices.php. Para um adulto, por exemplo, o passe de 6 dias custa 165,50 euros. Eu acho que, além de poder pegar o metro, os ônibus, trams etc., você também tem desconto em algumas atrações. Olha o que diz um site de dicas sobre Paris (http://claubertoldo.free.fr/paris/metro.htm):

      “Como “vantagens” existem descontos em alguns pontos turísticos, passeios de barco e museus. O preço do cartão varia de acordo com o número de dias. Por exemplo, por 5 dias em Paris ele custa 28,90 euros, cobrindo as zonas 1 a 3 da cidade. Mas atenção,se você quiser ir à Versailles, por exemplo, deve comprar um cartão que cubra a zona 4 (porque Versailles é fora de Paris) que é mais caro ou comprar separado um bilhete de ida e volta à Versailles no dia de seu passeio.”

      Mas não se preocupe. Esse tipo de informação vc pode obter em qualquer guichê de hotel ou mesmo nas estações de metrô. Acesse, também, o site de transportes urbanos de Paris em http://www.ratp.fr/en/ratp/c_5000/accueil/

      Outro site com dicas sobre o metrô é o http://www.dicaseturismo.com.br/metro-em-paris/#. Dê uma olhadinha.

      No mais, é isso. Se tiver mais dúvidas, não se acanhe.

      Abraço e ótima viagem!

  17. Alessandro Paiva

    Pessoal, olha essa dica da Marilda, na comunidade “EU AMO PARIS”, do Orkut:

    “…
    Caso tenha oportunidade, faça um passeio ao Chateau Vaux-le Vicomte. É um pouco distante de Paris, mas eu ADORO aquele lugar. É o castelo de Nicolas Fouquet, ministro de finanças de Louis XIV que caiu em desgraça com o patrão (o rei), foi preso e Louis XIV se apoderou do castelo.
    Ele não é tão badalado quanto Versailles e por isso, muito mais calmo de se visitar. O lugar é lindo, os jardins tb.
    Dá para ir de trem até Melun, mas daí terá de pegar um taxi pois o castelo fica afastado. No terreno lateral, há um restaurante, portanto não se fica com fome, mesmo o passeio sendo longo.
    Há tb passeios com a Paris Vision.
    Esse castelo tb tem a “Noite das Chandelles” que é um passeio inesquecível com os jardins iluminados apenas com velas e fogos de artifício ao final da visita. Indo com a empresa de turismo está incluído tb um jantar (execelente e com direito a vinho!!) nas dependências internas do castelo.”

    Quer saber mais sobre Paris? A comunidade “EU AMO PARIS”, do Orkut, é bem ativa e o pessoal discute TUDO sobre a cidade. Participe: http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=383943

  18. Alessandro Paiva

    Uma dica da Anita Gomide, da comunidade “EU AMO PARIS”:

    “Quanto ao transporte, é super facil usar tambem os onibus urbanos. No site http://www.ratp.fr voce encontra todas as linhas de ônibus urbanos,com itinerário. Eu imprimi alguns e levei. Mas na maioria das paradas (são pontos em vidro blindex com assentos e luminosos com informações) tb tem o itinerário e horarios, que são cumpridos a risca.

    Nos ônibus são usados o mesmo bilhete do metrô, que precisa ser ‘autenticado’ numa maquininha ao lado do motorista, assim que embarca. Ele pode ser usado durante uma hora e meia, sendo assim vc pode reutiliza-lo nesse periodo em outro onibus. A vantagem do onibus urbano é que não tem escadas, como as estações do metrô e voce vai vendo a paisagem. A desvantagem que é um pouco mais lento que o metrô.”

  19. Indira

    Alê!

    Adorei a sua resposta, mas ainda pairam dúvidas sobre as zonas de Paris e a compra do blilhete para acolher todas as opções;
    como sabemos as zonas e até onde é esta zona?

    beijo

    • Alessandro Paiva

      Oi, Indira. Acho que você não precisa se preocupar com as zonas. Eu andei por toda a cidade com bilhetes de mesmo valor. O metrô cruza a cidade inteira e o custo é o mesmo. Acho que sua dúvida surgiu com o comentário que postei acima, sobre uma sugestão que vi na internet, não foi? A sugestão daquele site é para quem quer ir além dos limites urbanos. Como Paris é pequena e quase tudo se concentra no centro histórico, o bilhete de metrô custa sempre o mesmo. Para ir à Sacre Cœuer, que é um pouco distante, a gente pega algumas linhas de metrô, mas tudo com um bilhete só. É superprático e a cidade parece ser o lugar mais fácil do mundo de se locomover. Com certeza, não se preocupe. Preocupe-se apenas em ter o mapa das estações em mãos, o qual vc pode encontrar nos aeroportos, estações, livrarias e no próprio metrô.

  20. eduardo

    alessandro.,…excelente o seu blog….gostei muito….Paris…Londres…Stambul…….etc…como voce sabe vamos para Lisboa/Madrid,,,,,,esperamos termos a mesma alegria de conhecer um pouquinho de tudo….
    abs e siga em frente

    • Alessandro Paiva

      Ôpa! Valeu, Eduardo! Com certeza vcs terão muuuuita alegria em Madri e Lisboa. Tira bastante foto pra gente ver. Abç e ótima viagem!

  21. Ilma Madureira

    Olá, achei sei blog muito bom. Fácil de compreender. Retornarei a Paris em Setembro deste ano e vou sempre anotando mais dicas. Quanto aos banheiros públicos de Paris tenho a relaçao, se voce quiser posso enviar (tb sofri horrores da primeira vez :):):)
    Abraços de viajante

    • Alessandro Paiva

      Ótimo, Ilma, quero a relação sim. Se for um texto digital e vc quiser publicá-la aqui nesse post como um comentário, eu e os leitores agradecemos muuuuito 🙂

      Abraço!

  22. Olá! amei as suas dicass!! pretendo ir à Paris sozinha agora, em junho.
    Alguma dica especial? Obrigada!

    • Alessandro Paiva

      Oi, Camila! É tanta coisa sobre Paris que com certeza eu devo estar esquecendo de alguma coisa. Dê uma lidinha nos comentários do pessoal neste post, tem sempre uma coisinha interessante. Tem também alguns lugares que não fui e que acho que são bem bacanas, como o cemitério de Pere Lachaise, as Catacumbas (só coisa macabra macabra, rsrsr), os Jardins de Giverny (de Monet), o Centro George Pompidou. O Orkut pode estar ultrapassado, mas lá tem uma comunidade muito boa que se chama “EU AMO PARIS !!!” (http://www.orkut.com.br/Main#Community?cmm=383943). Dê uma olhadinha.

      No mais é isso. O que vc precisar, é só entrar em contato que tento ajudar.

      Abç e ótima viagem 🙂

  23. Pingback: Roma 2.012: valeu a pena cada moeda jogada na Fontana di Trevi « Fui e vou voltar

  24. Indira

    Oi, Alessandro!!!
    Acabei de voltar de paris e estou apaixonada e é óbvio que voltarei.!!!!!Suas dicas foram incríveia e o metro é a coisa mais fácil do mundo!!!Eu estava me assustando a toa…kkkkk…
    Muito obrigada pelas dicas e pela atenção ao tirar minhas dúvidas!
    Em breve ierei a Buenos Aires e se vc tiver dicas, com certeza vou estar apostos para ouví-las (aliás…ler)..kkk..

    Beijo enorme

    • Alessandro Paiva

      Oi, Indira! Muito obrigado! Que bom que pude ajudar. Realmente, em Paris não tem nada que a gente não consiga fazer. Falando francês, inglês ou falando nada, dá pra se virar :-).

      Grande abraço!

  25. Roberta

    Ei, Alessandro…seu blog e suas dicas me ajudaram demais em Paris, viu? Levei na bagagem e salvou legal…inicialmente, comprei o Paris Pass e para mim foi bem legal….andei MUITO de metrô…realmente, é fácil, no primeiro dia fiquei meio assustada, mas depois peguei a manha e dá-lhe metrô….Consegui ver quase tudo que você indicou e ainda fui ao Museu Rodin….maravilhoso, rosas e obras do Rodin no jardim….achei imperdível…..e a Rue Cujas, pertinho do Pantheon, tem uns hotéis legais e com preço razoável…depois veja o Hotel des 3 Collèges…acho que será minha próxima hospedagem em Paris….porque eu espero voltar, claro…rs….

    • Alessandro Paiva

      Roberta, não fomos ao museu Rodin, mas fizemos bem, pois as peças estavam em turnê mundial e o museu ficou desfalcado. Adivinha a cidade onde estavam! Belo Horizonte, na Casa Fiat. Aí vimos aqui em BH 🙂 Quanto ao Hotel 3 Collèges, dica anotada!

  26. arthur

    parabens pelos relatos, aproveitei muita coisa!

  27. Silvana

    Ah que saudades de Paris! Há exatamente um mês eu estava curtindo cada minuto na cidade luz!

    • Alessandro Paiva

      Eu também! Fui lá há mais de dois anos e a dor-de-cotovelo-pós-Paris ainda não passou 🙂

  28. Silvana

    Ah Alessandro a minha também não passa…. vc acredita que já tô pensando em ir em 2013? Já tô até vendo preços de passagens, estadia e tudo o mais !! rs o duro vai ser achar alguém pra ir comigo, e sozinha eu não curto, não acho graça em viajar sozinha, principalmente pq quero ir pro sul, rota dos vinhos e sozinha não rola mesmo…. estou tentando convencer uma amiga para essa trip !!

  29. Fernanda

    Adorei o post, estou indo com meu marido comemorar 10 anos de casados, uma outra lua-de-mel, mas nada de molezinha! Vou andar muito! Uma opção que tenho visto é o Velib (aluguel de bicicletas) que facilita e diminui um pouco a caminhada. Vc reparou se na época muita gente usa e se é tranquilo andar de bike por Paris? Surgiu uma vontade de fazer um bate-volta para Londres tb (foi através de Londres que cheguei no seu blog) vou ficar 7 dias tb. Parabéns pelo relato, está ótimo! Deu para passear junto com vcs!!! Abraço!

    • Alessandro Paiva

      Oi, Fernanda!

      Quando estive em Paris, não sabia da facilidade das bicicletas. Só fui perceber isso muito tempo depois. Quando eu voltar lá, vou alugar uma na certa! Fizemos isso em Berlim (vou postar ainda) e foi perfeito. Bicicleta é tudo! Quanto a Londres, que ótimo que vc vai ficar mais dias! Fiquei lá um mísero dia e não deu para aproveitar quase nada.

      Abraços e ótima viagem para vcs!

  30. Camila

    Adorei seu post! Contribuiu muito para a elaboração do nosso roteiro!
    Valeu!

    • Alessandro Paiva

      Muito obrigado, Camila! Fico feliz em ajudar. Não deixe de ler os comentários dos leitores. Eles dão dicas fundamentais.

      Ótima viagem para vcs 🙂

  31. Helder Alves

    Paris foi a primeira cidade que saí do território português o que adorei a experiência. Não foram até à Disney? Tinham adorado. Paris é maravilhoso, pena as distâncias dos pontos principais serem tão afastados uns dos outros. Quem vai a Paris adora, ou quando regressa ou quando se apercebe mais tarde o quanto linda é a cidade e a vida parisiense.

    Cumprimentos
    Helder Alves – Açores (Portugal)

    • Alessandro Paiva

      Olá, Helder!

      Obrigado pelo comentário, especialmente por ser de terras tão distantes. Ano que vem vou inclusive a Lisboa e Porto, e certamente visitarei Açores num futuro mais próximo. Quanto a Paris, cheguei de lá há menos de um mês e ainda estou encantado. Foi minha segunda ida àquela cidade, e dessa vez ficamos lá por 9 dias. Não fomos à Disney, mas passeamos bastante! Estou cansado até hoje, eheheh! Já estou escrevendo sobre esse passeio, creio que consigo postá-lo dentro de duas semanas.

      Abraço!

  32. Ronald

    Gostei muito de suas fotos. Vc foi no melhor período para se obter imagens de Paris. Na tua lista quero incluir: Parc la Villette, L’Opera Bastille, Nouvelle Bibliotheque, Institut du Monde Arabe, Bagatelle-Bois de Boulogne, Eglise St Eustache e muito mais. “Retornar é o melhor elogio”. Paris não se retorna: cada viagem é um novo encontro. Surpreende à todos. Morei oito anos lá e quando vou ainda tenho algo para visitar.
    Como vc gosta de viajar, sugiro países do oriente como a China e a India. Planeje bem, são impressionantes e imprevisíveis. Estou tentando retornar a todas as cidades que já visitei. Mas claro q prefiro ver lugares novos onde ainda não estive.
    Boa viagem. E quando voltar, conte sempre pra todos. Visitarei seu site novamente em breve.
    Um abraço.

    • Alessandro Paiva

      Oi, Ronald! Obrigado pelo comentário e pelas dicas! Aproveita e olha o novo post sobre Paris. E exatamente agora estou embarcando para a China! Muita coincidência 🙂 Abraços!

  33. Oi;
    Paris é realmente uma cidade muito linda; Mas Paris nao é so munumentos : certos bistros, bars e restaurantes sao verdadeiras obras de arte ( em todos os sentidos);
    Para mais detalhes : http://www.parisguia.net
    Abraço

  34. JA ESTIVE EM PARIS, MAS COM PACOTE DA CVC, E TUDO É MUITO CORRIDO, MAS APRECIAR ALGUNS PONTOS TURISTICOS DE PARIS ,COMO A TORE EIFFEL, ARCO TRIUNFO, A GRANDE E LINDA AV. DE CAMPOS ELISEOS.E OUTROS PONTOS, MAS AGORA DIA 12 DE MAIO EU E MINHA ESPOSA ESTAMOS INDO NOVAMENTE EM UM PACOTE POR ALGUNS PAISES EUROPEUS, MAS FICAREMOS NOVAMENTE 3 DIAS EM PARIS ,E GRAÇA A SUAS DICAS JA ESTOU MONTANDO UM ROTEIRO PRA APROVEITAR MUITO MAIS ESTA LINDA PARIS, COMO DISSE QUEM UM DIA FOI A PARIS, COM CERTESA RETORNARÁ.MUITO OBRIGADO PELA DICAS

    • Alessandro Paiva

      Ah, bacana, hem Antônio! Tomara que vocês voltem sempre! Muito obrigado pelo comentário e uma excelente viagem. Abraço!

  35. irene leão

    Alessandro,
    Também estive em Paris, há 1 ano e meio e, também cometi uns vacilos como vocês mas, agora com tuas dicas não vou mais vacilar, quando tiveres outras dicas, manda aí pra gente.
    Parabéns

    • Alessandro Paiva

      Oi, Irene! Voltei a Paris depois disso. Mesmo assim, dei umas vaciladas, rsrsrs! Acho que fiz de propósito, só para ter uma desculpa para voltar lá 🙂 Muito obrigado pelo comentário! Abraço e ótimas viagens sempre!

  36. Adorei!!!
    Estou programando ir em janeiro do ano que vem, e estava discutindo que queria ficar 3 dias, que já seria suficiente, meu marido, quer ficar 10. Enfim, nem preciso dizer que vou pra ficar 10 dias… Valeu pelas dicas!

    • Alessandro Paiva

      Oi, Cibele! Muito obrigado 🙂 Tenho só uma observação: essa postagem é de 2010, e provavelmente muita coisa mudou. Faz o seguinte: leia o post que escrevo sobre um retorno que fiz a Paris, no final de 2013. Tem coisas diferentes lá. O link para o relato é https://fuievouvoltar.com/2013/12/24/o-tao-esperado-retorno-a-paris/

      E devo te dizer: seu marido está certíssimo, rsrsr! 3 dias em Paris não são nada!

      Abraço e uma ótima viagem para vocês 🙂

  37. Nice

    Ola Alessandro,
    Em uma das várias vezes que li seu post sobre Paris, lembro-me que citou sobre um lugar para comprarmos perfumes, acredito que o nome da pessoa seria Regina, é nesse post mesmo ou no outro? Não estou encontrado.

    • Alessandro Paiva

      É neste mesmo, Nice! Mas devo te falar que, na segunda vez em que estive em Paris, achei os perfumes de lá meio caros. No free shopping estava mais barato. Mas vale uma tomada de preços. Quem sabe você encontra bons preços ou promoções…

  38. Nice

    Ola Alessandro,

    Amo seu blog!!!!

    Quando vocês foram a Paris foi no mês de novembro certo? é muito frio essa época? você chegou a usar roupas e sapatos impermeáveis?

    • Alessandro Paiva

      Oi, Nice!!! Muito obrigado pelo prestígio ao blog 🙂 Fomos em novembro e janeiro. Em novembro, fazia menos frio. Usamos roupas de frio comuns, como casacos pesados, blusas de lã, moletons… Não tínhamos roupas ou sapatos impermeáveis, mas isso é sempre bom. Em caso de chuva… Mas na pouca chuva que pegamos, os guarda-chuvas resolveram. Abraço!!

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